Governo: ASSES intensifica ações para que Ferraço envie proposta da GSE à Assembleia Legislativa
29 de abril de 2026 6 Por AmorimA Associação de Subtenentes e Sargentos do ES (ASSES) segue firme os interesses dos militares associados. Com esse propósito, a entidade está reforçando suas ações no campo institucional para que o governador, Ricardo Ferraço (MDB), envie à Assembleia Legislativa o projeto de lei para a incorporação da gratificação especial. A posição apresentada ao Governo é clara e responsável: a inclusão da Gratificação de Serviço Extra (GSE) — que corresponde à Escala Especial — representa um avanço significativo e trará benefícios concretos para todos: militares da ativa, reserva e pensionistas.
Desta forma, a ASSES busca esclarecer ao governo a importância desta incorporação, inclusive como uma medida estratégica do Executivo Estadual. Para tanto, na próxima quinta-feira (30), o governador Ricardo Ferraço receberá a ASSES e demais entidades, dando assim, continuidade ao que foi construído no processo de interlocução iniciado durante um encontro anterior com o governador Renato Casagrande (PSB) – no dia 16/03/2026.
Naquela reunião no Palácio Anchieta, Casagrande apontou ser necessário discutir medidas para buscar um entendimento sobre a incorporação. De acordo com o Presidente da ASSES, Cap. Neucimar Amorim, é necessário defender diante do governador Ricardo Ferraço e de seus representantes que os militares solicitam essa incorporação como um ato que amplia os direitos e fortalece toda a categoria, sem qualquer distinção.
“Algo precisa ser feito para que isto ocorra ainda neste momento. Precisamos reduzir os desgastes da categoria e evitar medidas equivocadas ou inconsistentes”, afirmou.

Ainda em março, a entidade já havia sinalizado esta situação em reunião na sede da Secretaria de Segurança Pública (SESP/ES), em Vitória, com a presença do Secretário Leonardo Damasceno, do Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, Cel Cerqueira, e do Cel Cosme, representando o Alto Comando dos Bombeiros. Além disso, a associação manteve a posição de que o governo deve apresentar um planejamento sistemático para a ascensão de carreira de praças e oficiais do Quadro de Oficiais Administrativos (QOA). “Esta ascensão de carreira é um ponto crucial, necessário e justo para os nossos policiais”, comentou Amorim.
Por fim, a ASSES ressalta que o cronograma para essa tramitação é crítico. Diante da proximidade do calendário eleitoral, o tempo para a aprovação de matérias que impactam o funcionalismo torna-se restrito. Por isso, a entidade reforça que o envio imediato da proposta pelo Executivo é a única forma de garantir que a categoria não seja prejudicada por vedações legais futuras, assegurando que o direito dos militares seja consolidado ainda neste semestre .
Capa: Credito Governo do ES.





Aí sim ! Algo mais objetivo
Antes de qualquer promessa, no momento, o que necessitamos por questão de justiça é uma revisão no escalonamento vertical da tabela de subsídio…
Chega de reuniões só para poses e postagens!!!
É preciso dizer ao governo que no último evento sobre reajuste salarial houve tremenda injustiça de Capitão até a base e que isso tem que ser reparado.
Com todo o respeito aos trabalhos que vem sendo desenvolvidos pela Diretoria em prol dos associados, quero, na oportunidade, concordar com a manifestação do Cap Mercier, quanto à revisão do escalonamento em face da paridade salarial recentemente aprovada na ALES, vez que a nossa briosa PMES e o CBMES são Corporações, e não bandos, cujos integrantes têm como base fundamental a hierarquia e disciplina como regra de vida e ação. Essa famigerada aprovação causa muito desconforto, de modo que estremece tais pilares que lhes dão sustentação. Particularmente, vejo esse infame ato como algo igual ou análogo à conspiração e traição. Uma negociata que proporciona aos negociantes dupla vantagem. Embora tenha ocorrido de forma muito vergonhosa, não faço objeção ao conquistado, desde que seja, a partir de então, aplicado os índices na forma e modalidades escalonadas, e assim sendo, seja feita justiça financeira aos demais postos e graduações. Que a nossa representatividade se esforce neste sentido, não com meras palavras, mas com argumentos convincentes e producentes. Que a presente manifestação não seja recebida como mera crítica, e muito menos destrutiva, mas como colaboração no contexto existencial fatico da nossa sexagenária Entidade, ok.
A GSE é para todo o efetivo da PMES, dessa forma, com a diferença salarial a maior para os Oficiais Superiores aprovada recentemente na Ass. Legislativa, estes viverão mais “felizes e contentes”, cumprindo a “missão nobre” imposta a todo (a) “Soldado da Terra de Ortiz”! O Governo precisa OUVIR, como prometido, as Associações que procuraram com dedicação, responsabilidade e respeito, o direito e justiça igual para todos os Policiais e Bombeiros Militares, ENTENDER a discriminação existente nas Corporações e “ATENDER as necessidades do Sd ao Cel” como expressava o presidente da Assomes no Instagram da entidade, no período da preocupação de equiparar o subsídio de Of Superiores aos Delegados da PC. Por justiça, isonomia e valorização a todos!
Foi dito , que no início da segunda quinzena do mês em curso, as associações iriam se reunir com Ricardo Ferraço, para tratarem do assunto, referente ao escalonamento vertical,. Pela proposta apresentada, com relação a incorporação da última GSE, parece que tal reunião não ocorreu. Os oficiais superiores, nessa situação serão duplamente benefíciados,e os demais apenas com essa escala especial. Isso na minha opinião, é uma injustiça para com a tropa. Espero que nessa reunião que irá ocorrer no dia 30, esse assunto do escalonamento vertical seja pelo menos discutido,para que futuramente haja justiça para todos. Aproveito para parabenizar o presidente da ASSES por sua luta 👏👏
Bom dia, amigos Hudson e João!
Numa superficial leitura, porém atenta, do texto que enseja nossas manifestações, fica bem claro a dificuldade do governo conceder a todos, ativos e inativos, a tal escala. E isto ocorre, porque não há suporte legal para que seja estendida a todos, haja vista tratar-se de “pro labore faciendo”, ou seja, aos que a cumprem em decorrência do exercício atual da atividade, o que não é o nosso caso. Não estou torcendo contra, mas quero viver a realidade fática e não alimentar-me de algo que bem sei não estar alinhado ao legal. Bom é lembrar que aos administradores públicos é imposto o poder discricionário, no qual está consolidado o fazer ou deixar de fazer alguma coisa, mas se houver previsão legal, sob pena de responsabilidade. Mas respeito as opiniões e manifestações contrárias, ok.